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um pequeno passo...

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Pense nas pessoas que escalam o Monte Everest, todos os anos grupos vão até lá e se arriscam para concluírem o seu objetivo e muitas outras pessoas olham para elas e pensam "Que loucura! Arriscar a própria vida... Isso não vale a pena", mas para quem se esforça para escalar a maior montanha do mundo, vale. Entretanto isso não quer dizer que uma pessoa acordou um dia, decidiu ir até lá arriscar a sua vida e se der sorte voltar a salvo, os viajantes experientes sabem que uma jornada, seja ela qual for, precisa de pequenos passos e só assim, conseguirão conquistar os seus objetivos.  Talvez você não esteja entendendo nada e essa história não faça sentido para a sua vida, mas nos últimos meses eu precisei ser forte e ter coragem para concluir os meus objetivos e eu me senti muito parecida com as pessoas que arriscam a própria vida na maior montanha do mundo, mesmo que eu não tenha saído da minha cidade.  Os pequenos passos que a gente dá, dizem mais sobre a gente do q

duas décadas

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Há um ano atrás eu estava escrevendo um post sobre o meu aniversário de 19 anos, o último sendo uma adolescente e muita coisa aconteceu de lá pra cá, no dia 11/01/2019 eu me sentia de uma forma e no dia 11/01/2020 eu me sentia de um jeito totalmente diferente, como se eu tivesse crescido, mas continuasse sendo a mesma pessoa. Não quero fazer com que isso aqui seja mais um post do mesmo assunto, eu só quero falar sobre como as coisas mudam de um ano para o outro, como a nossa cabeça, os nossos sonhos e desejos acompanham essa mudança também. Agora que eu tenho 20 anos, entrei oficialmente na vida adulta? Não sei, o peso e a pressão de ser adulta já estavam aqui desde os 18 ou até antes, porque ter que encarar vestibular e decidir um futuro já é um choque de que acabou a infância, mas as coisas não precisam ser tão difíceis e pesadas assim, também existe um lado bom nessa fase louca, conhecer gente nova, lugares novos, ter novos sonhos... Não sei qual é a direção que todas a

feliz dia dos namorados?

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Não costumo falar de relacionamentos amorosos por aqui, porque sempre considerei injusto com quem está lendo, já que eu não sou casada e por isso não me considero qualificada para o assunto, mas diante do Dia dos Namorados aqui no Brasil, eu senti vontade de falar sobre o outro lado: a solteirice. Por muito tempo eu me senti estranha e diferente por ser a única menina do meu círculo de amizades da escola que não tinha um namorado e naquela época eu me via como um erro por esse motivo, como se quem eu fosse estivesse baseado em um status, e eu sei que estou falando sobre uma menina de 12 anos que nem sabia o que era a vida ainda, mas é muito bizarro olhar para quem eu era e pensar que eu me achava indigna do amor, por causa da falta de um namorado e eu tinha apenas 12 anos, eu era uma criança! Agora imagina quem já é maior de idade, dono da sua própria vida e passa pelos mesmos sentimentos? Conforme eu fui crescendo, o amor que eu enxergava como amor, foi distorcid